O Parque da Cidade – Riverside Living que combina habitação, comércio, serviços e zonas verdes e de lazer, arrancou oficialmente hoje, 4 de dezembro, na zona nascente da cidade de Setúbal, numa cerimónia que contou com a presença da presidente da câmara Municipal, Maria das Dores Meira e do presidente do conselho de administração do Grupo Madre, António Parente.
A sessão oficial marcou também o início da construção dos três primeiros edifícios Riverside, que totalizam 158 apartamentos, numa operação urbanística que, no seu conjunto, irá alcançar 676 fogos distribuídos por 16 lotes e 92 mil m² de área de construção residencial e 4 mil m² de área comercial. Os preços oscilam entre os 280 mil euros (T1) e os 865 mil euros (T4).
“É uma das âncoras nas quais vai assentar uma nova centralidade da cidade”, disse Maria das Dores Meira sobre o projeto urbanístico que contribui “para o desenvolvimento da cidade”, com um total de 16 lotes e quase 700 apartamentos, nove hectares de área de construção, em que se inclui quatro mil metros para comércio e um parque urbano.
A presidente da Câmara de Setúbal frisou que o empreendimento promovido pelo Grupo Madre, em construção na zona nascente de Setúbal, um território que estava “expectante e devoluto há décadas”, ganha particular relevância “num contexto geral de muita procura e pouca oferta” de habitação.
“Um projeto marcante que combina habitação, comércio, serviços e zonas verdes e de lazer, como se deseja numa cidade que quer oferecer qualidade de vida a quem nela vive ou a escolhe para viver e prosperar”, salientou a autarca, acompanhada da vice-presidente, Maria do Carmo Tiago, e dos vereadores Paulo Maia e Bruno Russo.
Na cerimónia de apresentação, a presidente do município destacou ainda o “novo pulmão verde para Setúbal” que nasce com este empreendimento, com mais de meio milhar de árvores e 10 mil arbustos, o qual fica integrado num projeto urbano mais abrangente de reforço ecológico e de compromisso com a sustentabilidade.
“Fica previsto e projetado um corredor verde que ligará esta zona ao resto da cidade, de forma harmoniosa, criando um percurso de espaços naturais até ao coração de Setúbal, com áreas de encontro, zonas de descanso e vistas abertas, contribuindo para que a cidade seja ainda mais verde e acolhedora”, sublinha a edil.
A este projeto de melhoria da qualidade de vida no território aliam-se, futuramente, outros projetos qualificadores para a zona nascente de Setúbal, “como nova habitação, serviços, equipamentos públicos e um moderno campus da justiça”, adiantou a presidente Maria das Dores Meira.
“O primeiro é sempre quem mais arrisca e quem mais acredita. Quero, por isso, agradecer ao presidente do conselho de administração do Grupo Madre, António Parente, e aos parceiros, o arrojo e a coragem de avançar com tão ambicioso empreendimento, o qual vai além da construção de habitação.”
Para o diretor do projeto Parque da Cidade – Riverside Living, André Moura, o empreendimento, “pensado à escala urbana e desenhado com proximidade, a pensar nas pessoas”, nasce “num contexto nacional exigente, em que a falta de habitação e a crescente pressão imobiliária são um desafio para milhares de famílias”.
O parque urbano com mais de 30 mil metros quadrados, “coração do projeto”, salientou este responsável, está na fase final de construção, com conclusão prevista para fevereiro do próximo ano, e inclui, entre outros, circuitos pedonais e cicláveis, um parque infantil, uma praça central e um espaço de coworking.
André Moura realçou que “Setúbal é uma das cidades mais interessantes do país, com uma localização estratégica entre Lisboa e o Algarve, junto de uma das mais belas baías do mundo, num território de enorme vitalidade económica e urbana, que atrai investimento e se posiciona como espaço de futuro”.
A cerimónia, que inclui um momento simbólico de plantação de uma oliveira no parque urbano, marcou o início da construção dos três primeiros edifícios Riverside, num total de 158 apartamentos, com conclusão prevista para o primeiro semestre de 2028, num empreendimento urbanístico com um horizonte temporal de seis a oito anos.





