A proprietária da Casa Ermelinda Freitas, Leonor Freitas, afirma que 2024, que está a finalizar, foi “um ano de luta, nunca baixamos os braços com a dificuldades, tentamos que os nossos colaboradores não desanimem, e conseguimos mantermo-nos equilibrados e todos os dias lutamos para melhorar”, acrescentando que “acreditamos que há um retorno de todo o trabalho que temos feito, e como temos uma gama muito alargada, que dá para muitas bolsas, isso tem ajudado”.
A empresária salienta que “este ano, comprámos uvas a muitas pessoas na região para ajudar, e até comprei no Alentejo, porque os produtores estão muito aflitos, posso dizer que comprei a 101 pessoas”. “O ano passado comprei todo o vinho que as pessoas não tinham conseguido vender na região” porque “não posso abandonar as pessoas que andam o ano inteiro a trabalhar, e até hoje não me dei mal com esta filosofia”.
“Foi um ano de muita qualidade de uva, que já não tínhamos há alguns anos, embora menos quantidade”, afirma Leonor Freitas, e isso “serviu para equilibrar porque o ano passado houve excesso de produção”. “A qualidade é muito importante”, concluiu.
Leonor Freitas salienta a importância dos investimentos feitos no Minho e no Douro, permitindo aumentar o portfólio da Casa Ermelinda Freitas, com vinhos verdes, sobretudo para exportação e para os turistas estrangeiros que nos visitam.
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