Ricardo Martins Pereira, militante do Chega e candidato à União de Freguesias de Setúbal, manifesta-se contra a posição dos vereadores do Chega de terem aprovado a delegação de competências da câmara na presidente Maria das Dores Meira e exige explicações.
Em comunicado, na sua página oficial, Ricardo Martins Pereira, afirma que “o Chega, os seus militantes e simpatizantes, fizeram uma campanha dentro das suas possibilidades, com as dificuldades que são do conhecimento público, e que inclusivamente levaram à substituição da candidata Lina Lopes por António Cachaço, pedindo que nos fosse dada uma oportunidade para demonstrar a nossa diferença em relação ao PS, à CDU e a Maria das Dores Meira”, acrescentando que “nos foi concedida pelos setubalenses e ficámos em posição de influenciar a gestão na maioria dos órgãos autárquicos”.
“Na Vereação da Câmara Municipal, esse mandato dado pelo eleitorado foi, logo à primeira possibilidade, mutilado, acentuando o poder de Maria das Dores Meira, com casos na gestão camarária que, alegadamente, mexem com duas pedras basilares do discurso do Partido: transparência e combate à corrupção”, afirma Ricardo Martins Pereira.
“É importante que se saiba que nem todo o Chega de Setúbal está de acordo com esta ação”, garante Ricardo Martins Pereira e considera que é “urgente a explicação cabal para esta posição e é urgente que os militantes de Setúbal tenham voz ativa na condução dos destinos do Partido a nível local, com a operacionalização de uma Concelhia, livre, plural e geradora de debate e confronto de ideias, sempre benéfica para a ação que todos queremos, que é mudar Setúbal e mudar Portugal”.
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