A Câmara Municipal da Moita aprovou, a 31 de outubro, com os votos da maioria do PS e votos contra dos eleitos da CDU e a abstenção de um vereador independente, a saída da Associação de Municípios da Região de Setúbal (AMRS), conforme já tinha sido anunciado pelo presidente do município, o socialista Carlos Albino.
Segundo o presidente da autarquia, a Câmara da Moita paga anualmente 225 mil euros para financiar um modelo que, no seu entender, tem um retorno reduzido para os municípios associados.
A AMRS, presidida por André Martins, que dirige a Câmara de Setúbal, integra atualmente 11 concelhos daquele distrito, cinco dos quais liderados pelo Partido Socialista e os restantes pela CDU.
Rui Garcia, que já liderou o município da Moita e deteve a presidência da AMRS, referiu que o Partido Socialista pretende liquidar uma estrutura criada em 1982, com um papel único no país e que representa a coesão de uma região.
De referir que o municípiodo Barreiro, também liderada pelo PS, vai também debater e tomar uma posição sobre a sua permanência na AMRS, na reunião pública de 3 de novembro.
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